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Quatro recentes estudos mostram a relação entre sono ruim ou insuficiente e o declínio das funções mentais. Saiba mais

 

Dormir pouco ou mal pode fazer bem mais do que prejudicar o humor. Quatro novos estudos sobre o tema se somam às evidências científicas de que a quantidade e a qualidade do sono podem estar relacionadas à deterioração mental e ao desenvolvimento de demência e Alzheimer. Dormir pouco ou demais foi igualado a dois anos de envelhecimento do cérebro em um estudo. Outra pesquisa concluiu que pessoas com apneia obstrutiva do sono – respiração interrompida durante o sono – eram duas vezes mais propensas a desenvolver demência em comparação com pessoas sem o problema. Um terceiro estudo sugere ainda que a sonolência diurna excessiva pode predizer o declínio cognitivo em na terceira idade, e uma quarta pesquisa relacionou padrões de sono alterados ao desenvolvimento de placas amiloides – indicadores da doença de Alzheimer.

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De origem andina e pesquisada em terras nacionais desde os anos 1990, só agora ela começa a cair no gosto do brasileiro. Especialistas assinam embaixo: esse alimento pode fazer maravilhas pela sua saúde

 

Muita gente ainda nem ouviu falar dela, mas a quinua, que não faz muito tempo desembarcou no Brasil, vem aos poucos conquistando mais espaço em restaurantes e lojas de produtos naturais. E quem ganha com isso, claro, é o consumidor. "Apreciada e até venerada pelos povos dos Andes, ela é uma refeição", compara o cientista de alimentos Jaime Amaya Farfan, que coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação na Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo. "A quinua é muito completa em relação às quantidades de calorias, proteínas, gorduras e carboidratos", justifica.

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Um novo composto encontrado por pesquisadores do Kellogg Eye Center, da Universidade de Michigan, nos EUA, pode interromper a sequência de eventos que desencadeiam danos à retina, na chamada retinopatia diabética.

A descoberta é importante porque pode levar a uma nova terapia que atinge dois mecanismos na origem da doença: a inflamação e o enfraquecimento da barreira sanguínea que protege a membrana ocular.

A retinopatia é a principal causa de cegueira entre norte-americanos na idade adulta. Até agora, os tratamentos deste tipo de doença miravam somente um dos mecanismos da doença.

O dano para a retina é causado, em partes, pela atividade de uma proteína, a VEGF (fator de crescimento vascular endotelial, na tradução para o português), que enfraquece a barreira sanguínea. Remédios recentes que atingem a VEGF exibiram boa resposta para aproximadamente 50% dos pacientes com este tipo de doença.

Mas os pesquisadores acreditam que há também um componente inflamatório que contribui para a evolução do distúrbio. O novo composto atinge a proteína atípica APKC, necessária no processo em que a VEGF enfraquece os vasos sanguíneos.

 

Fonte: Bem Estar

Apenas dez minutos de alguma atividade física aeróbica, desde que feita com um pouco de intensidade, três vezes ao dia, é tão benéfico para a saúde do que fazer meia hora de atividade física de uma vez  (a recomendação padrão dos médicos para sedentários em geral) – em alguns casos, esse exercício fracionado pode trazer até mais benefícios, segundo pesquisas recentes. A ideia dos trabalhos não é desestimular os praticantes de atividades físicas regulares e frequentadores de academia – muito pelo contrário, eles já estão bem encaminhados e não precisam de mais incentivos.

O objetivo dos médicos é conseguir ganhar a adesão dos sedentários convictos, daqueles que não têm tempo, recursos, disposição ou disciplina para se engajar numa rotina mais longa de exercícios, e que, na maioria das vezes, já estão com pressão alta e problemas cardiovasculares. Ao conseguir comprovar que com pequenas mudanças é possível reduzir seus problemas de saúde os médicos podem fazer orientações mais adequadas e realistas para esse perfil de paciente – o consenso é que para ter efeito é preciso ao menos de meia hora de atividade física.

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